Operação Panaceia: esposa de empresário é preso após arma ser encontrada em apartamento de luxo em Salvador

Operação Panaceia: esposa de empresário é preso após arma ser encontrada em apartamento de luxo em Salvador

Compartilhe

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Ação deflagrada nesta segunda-feira (21) cumpre mandados contra grupo empresarial do ramo de distribuição de medicamentos, suspeito de sonegar R$ 39 milhões em impostos.

A esposa de um empresário do ramo de medicamentos, que segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA) é considerado um dos principais alvos da Operação Panaceia, deflagrada na manhã desta segunda-feira (21), foi presa por posse ilegal de arma, após ser flagrada com um revólver. A operação cumpre 12 mandados de busca e apreensão em Salvador e Feira de Santana, a cerca de 100 quilômetros da capital, contra grupo empresarial do ramo de distribuição de medicamentos suspeito de sonegar R$ 39 milhões em impostos.

Anteriormente, a Polícia Civil havia divulgado nota afirmando que o empresário alvo da operação é quem tinha sido preso por causa da arma. Por volta das 12h15, a informação foi corrigida.

De acordo com a SSP-BA, a arma calibre 38 foi localizada quando policiais civis realizavam buscas no apartamento de luxo onde a mulher mora com o empresário, no bairro de Itaigara, em Salvador.

Segundo a delegada Milena Calmon, chefe da Coordenação Especializada de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (CECCOR/LD) da Polícia Civil, a esposa do empresário assumiu a propriedade da arma e afirmou que recebeu o revólver de herança do pai.

Como não ela não apresentou a documentação, foi presa em flagrante e vai responder pelo crime de posse de arma de fogo.

Computadores, telefones celulares e documentos também foram apreendidos no local.

Ordens judiciais estão sendo cumpridas também em residências, nos bairros de Horto Florestal e Pituba e em empresas no bairro de Pirajá e Rio Vermelho, além de endereços, na cidade de Feira de Santana.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), além dos 12 mandados, a Justiça determinou o bloqueio dos bens do grupo, para garantir a recuperação dos valores sonegados.

Segundo as apurações, o grupo criava empresas em nome de “laranjas” ou “testas-de-ferro” e utilizava empresas sem existência operacional, com o intuito de sonegar impostos. Também foram identificados prejuízos ao Fisco Federal.

Fonte:g1.globo.com /ba

Foto/SSP-BA