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Morre Yasmin, feirense de 11 anos que lutava contra a leucemia

Morre Yasmin, feirense de 11 anos que lutava contra a leucemia

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A menina Yasmin Bastos Nunes, de 11 anos, que lutava Há 6 anos contra a Leucemia Linfóide Aguda (LLA), um tipo agressivo de câncer, faleceu na manhã deste domingo (07), em Salvador. 

Segundo informações da sua tia, Suely Velame, Yasmin morreu em casa, por complicações da doença. Ainda não há informações sobre o velório ou sepultamento. 

O casoYasmin possuía leucemia linfoide aguda (LLA), um tipo raro e agressivo de câncer, desde 2015. Os pais dela procuraram a Defensoria Pública da União (DPU) para garantir o direito à única alternativa de tratamento, que é a terapia Car-T Cell. Eles criaram campanhas na internet para sensibilizar e mobilizar doadores. Os custos estimados do tratamento nos Estados Unidos eram de aproximadamente R$ 3,5 milhões. Até setembro, mais de R$ 2,3 milhões tinham sido arrecadados.  O valor da causa foi estipulado em R$ 5 milhões, considerando possíveis variações no dólar, com o objetivo de garantir a despesa médica, farmacêutica e hospitalar, além de transporte, alimentação e estadia da criança e acompanhantes durante o tratamento.

A Justiça Federal determinou, em setembro, que a União providenciasse, no prazo de até 15 dias, um depósito no valor de R$ 1.914.535,77 para complementar o tratamento Car-T Cell de Yasmin Bastos, 11. A família dela, lançou uma campanha para arrecadar o valor e garantir que a menina tenha acesso ao serviço, indisponível no Brasil.

Nessa sexta-feira (5), a família da Yasmin recebeu a ótima notícia de que a União havia cumprido a liminar, efetuando o depósito do dinheiro.

Na manhã de hoje (7), por meio das redes sociais, seus familiares publicaram uma imagem de luto informando o falecimento da criança. 

Em entrevista ao De Olho na Cidade, a sua tia, Suely Velame contou que Yasmin faleceu em casa. 

“Yasmin estava muito feliz, se preparando para vim aqui pra Feira hoje, para participar do bingo beneficente, já estava com a viagem marcada para os Estados Unidos na quarta-feira, mas aconteceu o que aconteceu”. Contou a tia. 

Suely contou ainda que Yasmin estava tomando medicações muito fortes, mas não estava internada. 

“Ela tomava um remédio para dor que era 10x mais forte que a morfina, mas a Yasmin nunca reclamava de dor, ela lutou 6 anos contra essa doença, ela foi forte até quando conseguiu”. Contou. 

Os familiares agora estão decidindo o que será feito com a quantia arrecadada para o tratamento da menina, o dinheiro depositado pela união será devolvido, mas o dinheiro arrecadado pela família pelas campanhas organizadas, ainda não tem uma destinação.

Fonte:m.deolhonacidade.net