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Jovem de 21 anos com tumor raro no cérebro aguarda transferência de hospital em Feira de Santana para fazer cirurgia

Jovem de 21 anos com tumor raro no cérebro aguarda transferência de hospital em Feira de Santana para fazer cirurgia

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De acordo com a família, Bruno Menezes precisa ser operado com urgência, porém a cirurgia que ele precisa só é feita na capital baiana ou em outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro.

Um paciente com tumor raro no cérebro aguarda transferência do Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana, para fazer uma cirurgia. O procedimento não é realizado na unidade de saúde localizada na cidade a cerca de 100 quilômetros de Salvador.

Bruno Menezes tem 21 anos e está internado na unidade de saúde desde o dia 13 de outubro, após ter uma dor de cabeça, seguida de convulsão, conforme explicou o irmão dele, Leonardo Rosário.

“Bruno é uma pessoa calma, saudável, tranquilo. Ele é uma pessoa do bem, trabalhador, totalmente saudável, foi de repente que isso aconteceu”, disse.

Paciente com tumor raro no cérebro aguarda transferência de hospital em Feira de Santana para fazer cirurgia — Foto: Reprodução/TV Subaé

Paciente com tumor raro no cérebro aguarda transferência de hospital em Feira de Santana para fazer cirurgia — Foto: Reprodução/TV Subaé

Após fazer vários exames, o jovem foi diagnosticado com um tumor grave e raro no cérebro. De acordo com a família, ele precisa ser operado com urgência, porém a cirurgia que ele precisa só é feita na capital baiana ou em outros estados, como São Paulo e Rio de Janeiro.

A mãe de Bruno, Suelane Menezes, disse que a situação do filho tem piorado desde que deu entrada no hospital.

“O tumor dele está cada dia pior. Estou fazendo um apelo a todo mundo. Meu filho tem 21 anos, já não está aguentando mais essa situação aqui dentro, ele vê muitos casos aqui e fica mais assustado ainda”, afirmou.

“Vai esperar acontecer o pior para tomar uma providência?”, questionou.

A família, inclusive, disse que entrou com uma ação na Justiça e ganhou, no entanto, até o momento a situação segue a mesma.

Segundo a Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), a central estadual de regulação sempre está em busca de vaga para o perfil do paciente, mas a disponibilidade de vagas nos hospitais ocorre apenas em duas situações: alta médica ou óbito e que, neste cenário, não é possível sinalizar o dia que vai acontecer a transferência do paciente.

Fonte: g1.globo.com /ba