Feira de Santana Tempo
FEIRA DE SANTANA Tempo

Eduardo Bolsonaro testa positivo para Covid-19 e comitiva brasileira na ONU já tem três infectados

Eduardo Bolsonaro testa positivo para Covid-19 e comitiva brasileira na ONU já tem três infectados

Compartilhe

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

Além dele, ministro Marcelo Queiroga também recebeu teste positivo ainda nos Estados Unidos, assim como diplomata, que chegou antes do grupo a Nova York

O deputado federal Eduardo Bolsonaro confirmou nesta sexta-feira que também foi diagnosticado com Covid-19. O filho do presidente Jair Bolsonaro também estava na comitiva do governo federal para Nova York, onde o presidente discursou na Assembleia-Geral da ONU.

A informação foi revelada pelo “R7” e confirmada pelo GLOBO com integrantes que estiveram com o governo em Nova York. Eduardo Bolsonaro é o terceiro integrante da comitiva a receber o teste positivo para Covid-19. O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, foi o segundo. O primeiro contaminado da comitiva foi um diplomata lotado no Palácio do Planalto que chegou antes do grupo a Nova York.

Em suas  redes sociais, o deputado federal e filho de Bolsonaro aproveitou o resultado positivo para criticar a proposta do passaporte sanitário, que exigiria a comprovação de vacinação para a realização de algumas atividades. No entanto, em inúmeros momentos da viagem, tanto Eduardo como o resto da comitiva não cumpriram os protocolos sanitários adequados. O filho do presidente, assim como Queiroga, foram fotografados sem máscara e estiveram em aglomerações. Na quarta-feira, Eduardo postou no Instagram uma visita a sede da rede social Gettr, e em nenhuma foto usava máscara.

— Sabemos que as vacinas foram feitas mais rápidas do que o padrão. Tomei a 1ª dose de Pfizer e contraí COVID. Isso significa que a vacina é inútil? Não creio. Mas é mais um argumento contra o passaporte sanitário. Estudos sobre efeitos colaterais e eficácia estão ocorrendo agora — escreveu.

Além do esquema vacinal terminar após a segunda dose, no caso da Pfizer, a vacina não necessariamente impede o contágio, mas diminui consideravelmente a chance da doença se tornar grave.

Fonte:oglobo.globo.com